sábado, 31 de outubro de 2009

GTV no coquetel de lançamento

Acabo de incluir no blog o link do vídeo (à direita) do programa Click Star, da GTV, gravado no dia do lançamento do livro Os trilhos da história, no Museu da Vale. Na matéria feita pelo jornalista Fernando Fully, papos com ídolos eternos da Desportiva, como o ponta-esquerda Diogo, bicampeão capixaba pelo clube em 1964/65, e o meio-campo Geovani, também bicampeão em 1980/81. Há também uma conversa com o Secretário de Esportes do Espírito Santo, Luciano Rezende, que, para minha satisfação, também esteve presente. Abaixo, faço um resuminho dos depoimentos que os três deram no programa.

Diogo, treinando pela Desportiva Ferroviária, no campo do Porto-alegrense, em Cariacica

DIOGO
"Logo após a fusão, a Desportiva Ferroviária contratou cinco jogadores, dentre os melhores da época, do Santos, de Aribiri. Eu era um deles. E tivemos muito sucesso, pois realmente era uma máquina de jogar futebol. Éramos de fora do Estado, jovens em busca de esperança e de algum lugar que nos valorizasse. Então, nós chegamos no lugar certo e na hora certa. Aqui, no Espírito Santo eu só tive felicidade. Fiquei três anos. Se não me falha a memória, só perdi um jogo nesses três anos. Vai ser difícil alguém bater esse recorde. Eu tinha velocidade, técnica e caía pelas pontas. Na época se jogava em dois, três times apenas em toda a carreira, então a gente se identificava com o time. Além de jogador, também era torcedor"

GEOVANI:
"Fico feliz (pelo livro). A Desportiva tem uma história interessante. Nasci em 1964, praticamente junto com a Desportiva. E, na minha época de futebol, a gente podia jogar nos times do nosso Estado. E eu tive a grande felicidade de começar minha carreira num grande clube, que era a Desportiva Ferroviária, que dava condição a quem desejasse ser um grande jogador. O Bruno está de parabéns, porque a memória do futebol capixaba andava esquecida. Acho que através desse livro a história de muitos atletas capixabas passará a ser resgatada. A Desportiva fazia, e hoje não se faz, investimento na base. Se voltar a ser feito, muitos capixabas ainda chegarão à Seleção Brasileira"

LUCIANO REZENDE
"O livro é um trabalho muito importante sobre a história gloriosa da Desportiva Ferroviária. Falei com Bruno que esse tipo de trabalho vai nos ajudar a montar a memória do nosso esporte, construindo um museu do esporte, que fará parte do complexo do novo Estádio Kleber Andrade"

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