Diogo, treinando pela Desportiva Ferroviária, no campo do Porto-alegrense, em CariacicaDIOGO
"Logo após a fusão, a Desportiva Ferroviária contratou cinco jogadores, dentre os melhores da época, do Santos, de Aribiri. Eu era um deles. E tivemos muito sucesso, pois realmente era uma máquina de jogar futebol. Éramos de fora do Estado, jovens em busca de esperança e de algum lugar que nos valorizasse. Então, nós chegamos no lugar certo e na hora certa. Aqui, no Espírito Santo eu só tive felicidade. Fiquei três anos. Se não me falha a memória, só perdi um jogo nesses três anos. Vai ser difícil alguém bater esse recorde. Eu tinha velocidade, técnica e caía pelas pontas. Na época se jogava em dois, três times apenas em toda a carreira, então a gente se identificava com o time. Além de jogador, também era torcedor"
GEOVANI:
"Fico feliz (pelo livro). A Desportiva tem uma história interessante. Nasci em 1964, praticamente junto com a Desportiva. E, na minha época de futebol, a gente podia jogar nos times do nosso Estado. E eu tive a grande felicidade de começar minha carreira num grande clube, que era a Desportiva Ferroviária, que dava condição a quem desejasse ser um grande jogador. O Bruno está de parabéns, porque a memória do futebol capixaba andava esquecida. Acho que através desse livro a história de muitos atletas capixabas passará a ser resgatada. A Desportiva fazia, e hoje não se faz, investimento na base. Se voltar a ser feito, muitos capixabas ainda chegarão à Seleção Brasileira"
LUCIANO REZENDE
"O livro é um trabalho muito importante sobre a história gloriosa da Desportiva Ferroviária. Falei com Bruno que esse tipo de trabalho vai nos ajudar a montar a memória do nosso esporte, construindo um museu do esporte, que fará parte do complexo do novo Estádio Kleber Andrade"
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